ESG: três insights do conceito para impactar seus negócios

Do ano passado para cá, um conceito que até então estava fortemente restrito ao mercado financeiro tomou conta de todos os setores e de todos os atores econômicos globais: do governo chinês à BlackRock, do agronegócio brasileiro aos fundos de investimentos em Wall Street: o ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Corporate Governance).

De forma sucinta, ele diz respeito à forma como investidores e instituições do mundo inteiro tomam suas decisões financeiras baseados nos impactos que as empresas têm sobre o meio ambiente, na sociedade e no mercado. É cada vez mais claro que os critérios utilizados para medir a atratividade dos negócios giram em torno das respostas que as empresas oferecem a tudo o que está em volta. Vai desde a mudança climática, saúde dos seus colaboradores, até a transparência de seus negócios, por exemplo.

Um dos periódicos econômicos mais importantes do mundo, o Financial Times, afirma que o ESG está na pauta do dia dos grandes investidores mundiais _x0097_ e é assim que ele está chegando ao Brasil. Recentemente, Carlos Takahashi, CEO no país da maior gestora de fundos do planeta, a BlackRock, disse que o conceito está, finalmente, começando sua “jornada” no nosso país.

Funcional tem abordado sistematicamente os benefícios do ESG desde o início deste ano e, no fim de maio, resolveu organizar um webinar para esclarecer os principais pontos que ainda permanecem difusos sobre o conceito. A ideia também era demonstrar porque o ESG é tão vantajoso para as empresas brasileiras atualmente _x0097_ principalmente para setores como o agronegócio.

A conversa aconteceu entre Alexandre Mori e Samuel Campos, heads de Expansão e de Gestão Empresarial da Funcional, com dois dos nomes mais relevantes do ESG no Brasil hoje: Leisa Souza, head para América Latina da Climate Bonds Iniciative, e Patrícia Rabello, consultora sênior da Ideia Sustentável (veja o webinar abaixo).