Você sabe a diferença entre Pejotização e Terceirização?

Nos últimos anos, após a Reforma Trabalhista de 2017, dois conceitos têm ganhado bastante destaque no mercado de trabalho: a pejotização e a terceirização 

Embora muitas pessoas usem esses termos como se fossem sinônimos, eles representam modelos de contratação bem diferentes.  

Entender as implicações jurídicas de cada um é essencial para evitar riscos e garantir que a empresa esteja dentro da lei.  

Neste artigo, explicamos cada um desses conceitos e como evitar problemas trabalhistas.    

O que é Pejotização? 

A pejotização acontece quando uma empresa contrata um trabalhador, mas, ao invés de formalizar o vínculo empregatício tradicional (CLT), opta por registrá-lo como pessoa jurídica (PJ), daí o nome de pejotização. Esse profissional atua como uma empresa prestadora de serviços, sem os direitos e os benefícios garantidos pela CLT, como férias, 13º salário e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). 

Se a relação de trabalho apresentar características típicas de um vínculo empregatício, como subordinação, exclusividade e controle de horário, há um grande risco de que a Justiça do Trabalho reconheça o vínculo e obrigue a empresa a arcar com todos os direitos trabalhistas.  

Alguns indícios dessa irregularidade incluem: